Blog do Miguel Faccio

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PLV2371 – Livro 18 – Diário, 02/03/2018

02/03/2018

Alegria é um sentimento que extravasa nos espíritos desencarnados, sem serem hilários. Alegria pode muito bem conviver com seriedade. A seriedade não quer dizer dureza. Pode-se muito bem ser sério sem ser duro. A seriedade não é condicionante da austeridade. Assim como a alegria não é condicionante da algazarra. Pode-se muito bem ser sério e duro ao mesmo tempo. A paz sempre se extravasa na alegria, não aquela alegria de algazarra, mas a alegria de quem se sente pleno onde está. Geralmente, a consciência do ser encarnado falsamente entende alegria por, até, falta de respeito para com os outros. Essa situação não é respeito, mas menosprezo para com os outros, quando se precisa melindrar alguém para satisfazer sua própria torpeza. Alegria dá sempre a sensação de estar de bem com a vida, ao passo que quando ela precisa melindrar os outros, torna-se torpeza. A alegria se percebe e não precisa ser imposta, e a torpeza precisa rebaixar o outro para satisfazer o próprio ego. Alegria é o alimento da alma, e torpeza é a forma de expressão de espíritos inferiorizados, independentemente do lugar em que se encontrem.

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