Blog do Miguel Faccio

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Ciência dos homens

A CIÊNCIA DOS HOMENS

O SEGREDO DA VIDA

ONDE A VIDA COMEÇA

PREFÁCIO

Tomei a liberdade de fazer um contraponto com a ciência dos homens. Não estou menosprezando os seus avanços científicos, as pesquisas que já fizeram para conquistar o patamar evolutivo em que se encontra hoje, e parabenizo por eles. Os homens que a tornaram o que ela é hoje conseguiram muitos feitos, mas parece-me que está faltando algo que fará dela uma conquista sem par.

Talvez pelo excesso de zelo em aplicarem seus esforços para chegarem ao resultado alcançado tenha sido a causa de um pequeno deslize, ignoraram a Fonte de onde surgem todos os elementos existentes no universo. O elemento estava aí à sua frente e dedicaram-se ao máximo em encontrar aquilo que fervilhava em suas mentes como viável, mas precisava ser comprovada. A comprovação foi feita, os resultados estão aí, ninguém poderá desdenhá-los.

Escrevi este pequeno livro apenas no intuito de dar um mini choque de realidade, que passa desapercebido da grande maioria das mentes humanas, a maior realidade existente no universo e que está à nossa frente, basta para tanto apenas abrir os olhos para ver, a mente para intelectualizar, a sensatez para experienciar e a lógica para aprovar aquilo que será a redenção da ciência dos homens. Para tal precisa apenas da aquiescência dos homens que fazem a nossa ciência, para a consecução de um objetivo mais elevado e que engloba todos os seres em sua totalidade, espírito/matéria.

Miguel Arcangelo Faccio

A CIÊNCIA DOS HOMENS

A ciência dos homens considera e classifica a vida somente pela visão material. A tal ponto que, dá a tudo o que conhecemos, o título de “animados” e “inanimados”, a todos os seres, pois, somente consideram os deste planeta. Em toda a sua busca de conhecimentos relativos ao que considera a vida, apenas se atém às conotações materiais, isto é, aquilo que é percebido pelos cinco sentidos do corpo. Jamais cogitou em procurar e pesquisar algo que fugisse da acanhada e obtusa percepção dos sentidos afetos ao corpo físico, pois, na fauna há enorme quantidade de seres que ultrapassam, em muito, a acuidade dos sentidos humanos. Nem mesmo, para simples parâmetros de eficácia é possível atribuir eficiência. São as limitações afetas ao corpo humano; creio eu, que com o objetivo de dar maior ênfase a outras propriedades que nos distinguem dos animais, que a ciência dos homens os chamam de irracionais. Pois são estas outras propriedades que precisam sobressair nas ciências dos homens, para tirá-los de suas concepções materiais e tentar ver um pouco, nem que seja, o que está atrás da matéria. Tudo o que for material tem os dois lados: “o lado da frente e o lado de trás”. Numa moeda seria “a cara e a coroa”. Até agora o que se tem visto é a ciência dos homens deitar a sua visão, a sua pesquisa e procurar o conhecimento apenas do “lado da frente”, “da cara” da moeda. No entanto, talvez, haja muito mais conhecimentos, explicações, comparações e fundamentos naquilo que está no verso da moeda, na parte de trás da matéria.

Tudo no universo, cada individualidade, cada ser, é um conjunto harmônico. Cada parte é necessária, cada parte é indispensável para a formação daquele ser. Se tirar a parte de trás deste ser, ele será apenas uma fotografia, e de muito má qualidade. Se lhe tirar a parte da frente, de acordo com a ciência dos homens, deixará de existir, desaparece. Todo o conhecimento baseado somente por um lado do ser, é um conhecimento incompleto e inócuo, pois não representa a realidade.

Somente para exemplo: se olharmos apenas a superfície de um rio, veremos somente o espelho da água. Agora se lançarmos nosso olhar também para as profundezas desse rio iremos encontrar muita vida que antes nos era desconhecida.

Até agora, a ciência dos homens, não por ela, mas pelos homens que a dominam, se restringiram a apenas olhar a superfície do rio. Já dizia o filósofo Shakespeare: “Há muito mais coisas entre o céu e a terra do que pensa a nossa vã filosofia”. Esta é a grande realidade, só que esqueceram de olhar também para o céu, restringiram-se a olhar somente a terra.

Muitos dos grandes cientistas que transitaram aqui pela Terra, em suas buscas de delinear os segredos que envolviam os conhecimentos a que estavam se dedicando, descobriram, viram, imaginaram ou foram intuídos por flashes de situações ora desconhecidas da ciência dos homens. Deixaram registrados esses “insights”, que caberia aos seus sucessores deslindar a sua existência. Atenho-me somente a um destes cientistas, o “Peter Higgs” que lançou para a posteridade a descoberta da existência do chamado “Bóson de Higgs”. O alvoroço dos cientistas foi tão grande que tiveram a coragem de construir uma máquina o “Grande Colisor de Hádrons” (LHC), em meados de 2008, de nada mais nada menos que 17 km de extensão entre a França e a Suíça, ao nível do subsolo, perfurando montanhas, no intuito de experienciar a veracidade do que chamaram de “a partícula de Deus”. Parece que, há pouco tempo, a encontraram, só que Deus não lhes apareceu e esta partícula tão procurada, passou a ser, como que, um mero elétron de um átomo.

Os cientistas fazem cogitações as mais diversas, algumas podem ser posteriormente comprovadas, mas boa parte delas são um tiro no escuro. Não há parâmetros que possam, sequer, dar condições de análise e muito menos extrair-lhe uma dedução lógica e que faça sentido dentro do conjunto harmônico do universo. É muito fácil dizer que o universo se originou de uma grande explosão, o “Big Bang”. Um simples questionamento: Explosão de que? De gases? Donde surgiram esses gases? Do acaso, o acaso não existe. Já pensaram a quantidade de gases necessários para dar condições de criação de uma Via Láctea, com mais de 200 bilhões de estrelas, com um sem número de planetas e estes com seus satélites? Sendo que uma destas estrelas tem nada mais, nada menos que 1.200 vezes o tamanho de nosso sol? Parece-me que a NASA já catalogou mais de 100 mil galáxias. Não tenho dados para que possa afirmar. Não se pode esquecer que os gases também são átomos e os átomos é que formam a matéria.

Vamos ao que está mais próximo de nós. Me referindo mais à Medicina, gosto de dizer que enquanto ela não juntar o “pajé e o feiticeiro” (a matéria e o espírito), não conseguirá descobrir a origem de muitas doenças que afetam grande quantidade de seres humanos. Ao que parece, talvez não a Medicina, mas os laboratórios não estão nada preocupados em curar as doenças, com suas fórmulas mágicas. Os médicos, podem estar imbuídos de boas intensões, mas não dá para dizer o mesmo dos laboratórios que pesquisam e criam os remédios. Não posso afirmar que tenha sido em um laboratório, mas em uma, parecia ser, uma aula ou palestra, no quadro negro estava escrito: “Se curar a doença, perde o freguês”.

É uma realidade que se vê estampada em cada bula de remédio. As contraindicações se sobrepõem as indicações. Não pode tomar para isso ou aquilo, só que ao tomar o “remédio” ele vai interferir em outra parte do organismo, causando situações adversas, que para diminuí-las precisa tomar outro remédio. Os químicos em geral, são a causa de muitos distúrbios não só no corpo humano, mas em toda a natureza. Quando afeta a natureza, em seguida afeta também o corpo dos animais e rapidamente o humano.

Sempre que a ciência dos homens alterar a composição de qualquer coisa, ela se tornará estranha à própria natureza. Isso causa um desequilíbrio físico-energético que poderá se transformar ao longo do tempo em surgimento de uma nova doença. Há muitas doenças que, até pode-se dizer, são a consequência da interferência da mão do ser humano. Alteram a estrutura orgânica dos alimentos e estes por sua vez desequilibram a harmonia dos seres que os comem.

A ciência dos homens já se perguntou de onde surgiu tanto humano celíaco, com intolerância ao glúten, ou intolerância à lactose? São, sem poder comprovar, o acréscimo de elementos químicos, desconhecidos pelos organismos e que vão interferir nos sistemas vegetativos ou alimentares dos seres que os absorvem. De acordo com palestra, na internet, do Dr. Lair Ribeiro, diz que: em 50 anos o trigo teve um aumento em 400 por cento em seu índice de glúten. Donde surgiu? Perguntem as assistências técnicas, que orientam os agricultores, o que foi acrescido na produção do trigo desde então? Não sou eu que devo resolver isso, sou apenas um observador que se preocupa, ao quanto que lhe é possível, com o bem-estar da humanidade.

Os seres animais possuem em seu interior um “laboratório químico orgânico” para decompor os compostos que ingerem, em enzimas que lhe servem de alimento. Com o advento da química inorgânica esse laboratório precisou agregar mais essa função espúria, que não lhe é própria, transformando-se em um “laboratório de química inorgânica”. Isso sempre resultará em alteração do bom funcionamento dos órgãos responsáveis em reabastecer o organismo de alimento e energia necessária ao seu desenvolvimento. Essas alterações sempre serão o indício de um novo quadro doentio.

Não sou contra a química, sou contra a excessiva interferência que esses elementos trazem na natureza e que será o alimento dos seres dos reinos animal e humano. A excessiva introdução de elementos químicos na natureza, seja para qualquer finalidade, sempre vai se instalar no alimento que os seres animais e humanos utilizam para se desenvolverem e evoluírem. Os pesticidas, fungicidas e herbicidas, com o tempo, sempre vão descer aos lençóis freáticos, ou nos rios, envenenando o alimento dos peixes, que depois transmigram para a nossa mesa. Toda a ciência desmedida, fora de controles, lançadas ao léu sempre vem em última instância agregarem-se ao nosso corpo e será a causa de muitas doenças que assolam este planeta, ou quiçá, a morte prematura de muitos seres, como tem acontecido nas regiões vinícolas da Serra Gaúcha, onde um herbicida aplicado em lavouras de soja, mesmo à longa distância, levado pelo vento, simplesmente matou muitos vinhedos e outras árvores frutíferas. A química aliada à ganância e o lucro fácil, tem causado prejuízo sem par. Isso em todo o Rio Grande do Sul, esses mesmos pesticidas têm exterminado colmeias inteiros de abelhas. Está na hora do ser humano perguntar-se de onde sai os grãos de soja e dos cereais que transformam em dinheiro? As frutas que gosta de comer e em grande parte também se transformam em dinheiro? A proliferação da flora, através das sementes? Meu amigo, está na hora de olhar também por este lado. Se não tiver abelhas, você não terá soja e outros cereais para transformar em dinheiro. Se não tiver abelhas não terás frutas para comer ou transformar em dinheiro. Se não tiver abelhas, as matas, a flora em geral não poderá se reproduzir, se exterminará o alimento dos animais herbívoros. E isso, há um tempo muito curto, verás que dinheiro não dá para comer. O planeta se transformará em um deserto do Saara, e, você, será torrado a um sol abrasador e não irá encontrar uma sombra e muito menos água para te aliviar a sede.

Você é o responsável por aquilo que faz. Ninguém irá interferir, nem mesmo Deus interferirá na tua responsabilidade e terás, como diz Jesus, “que pagar até último ceitil”. Não vá na conversa de “Deus perdoa”, isso jamais irá acontecer. As tuas responsabilidades tu mesmo terás que quitar.

Se olhares um pouco para os lados, verás que há pessoas que estão sofrendo doenças e anomalias de toda a sorte. Você simplesmente acha que isso é consequência do acaso? Pegou uma doença deste ou daquele? Infectou-se trabalhando com coisas perigosas? Crianças com câncer. Crianças que nascem sem braços, pernas. Crianças que nascem com anencefalia. Você desconhece as intercorrências do universo. Desconhece as Leis que regem as individualidades e as coletividades e julgas o teu misero saber como a realidade do que existe. O teu conhecer vê apenas o “espelho das águas do rio”, não penetrou as profundidades para lá encontrar a realidade da vida e os seus mistérios – tudo o que chamas de mistério, é ignorância.

Desconheces o que há atrás da matéria. Tudo o que é projetado em preparação do retorno da essência, da alma ou espírito à um novo corpo. Sim, a cada ser humano que nasce, foi-lhe preparado um projeto que deverá cumprir. Ninguém é atirado no mundo como um mero excremento. E todos temos um projeto de existência e que Jesus na sua grande sabedoria assim se expressou: “Sede perfeitos como perfeito é nosso Pai que está nos céus”. Ou achas que quatro tábuas ao redor de teu cadáver é tudo o que resta?

O meu objetivo aqui não é dar-lhe sermão, muito menos lembrá-lo novamente do que disse o filósofo Shakespeare: “Existe muito mais coisas entre o céu e a terra do que pensa a nossa vã filosofia”.

Para comprovar o que venho escrevendo. Copiei da internet: VIVAGREEN

“NÃO ESTAMOS FICANDO DOENTES. ESTAMOS SENDO ENVENENADOS”

Nas últimas semanas, duas grandes organizações médicas emitiram avisos separados sobre substâncias químicas tóxicas nos produtos que nos rodeiam. As substâncias não estão regulamentadas, dizem eles, e estão ligadas ao câncer de mama e próstata, deformidades genitais, obesidade, diabetes e infertilidade.

“A ampla exposição a produtos químicos tóxicos ambientais ameaçam a reprodução humana saudável”, diz a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, advertiu em um comunicado no mês passado. Os avisos são um lembrete de que a indústria química herdou o manto da indústria do tabaco, minimizando a ciência e a resistência à regulação de maneira que causam danos devastadores para os cidadãos inocentes.

Na década de 1950, os pesquisadores achavam que os cigarros causavam câncer, mas o sistema político demorava a dar uma resposta. Agora, o mesmo está acontecendo com produtos químicos tóxicos. O foco da federação ginecológica é sobre os produtos químicos que imitam os hormônios sexuais e muitas vezes confundem o corpo. Desreguladores endócrinos são encontrados em pesticidas, plásticos, cosméticos, xampus e recibos dos registos de dinheiro, alimentos e inúmeros outros produtos.

“A EXPOSIÇÃO A PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO É ONIPRESENTE”, disse a organização, acrescentando que as mulheres grávidas quase em todos nos Estados Unidos tem pelo menos 43 contaminantes químicos diferentes em seu corpo. Um relatório do Instituto Nacional do Câncer constata que “UMA QUANTIDADE PREOCUPANTE DE BEBÊS NASCEM PRÉ-POLUÍDOS”.

Este aviso foi escrito por especialistas do Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia, a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a Organização Mundial de Saúde, o Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha e outros grupos similares. Estes profissionais médicos estão na linha de frente. Eles são aqueles que tratam as mulheres com cancro da mama. Ambas são condições associadas à exposição precoce aos desreguladores endócrinos. Casos crescentes de hipospadia, um defeito de nascença em que as crianças nascem com uma abertura uretral no lado do pênis.

A outra grande organização emitiu recentemente um aviso, a Endocrine Society, a associação internacional de médicos e cientistas que trabalham com o sistema hormonal. “Novas evidências ligam distúrbios endócrinos a exposição de químicos, e estão entre as maiores ameaças à saúde pública enfrentados pela sociedade – DIABETES E OBESIDADE”, disse ele a Endocrine Society ao anunciar um relatório de 150 páginas.

Ele acrescentou que há “evidência crescente” que os produtos tóxicos geram a infertilidade, câncer de próstata, testicular, da mama, uterino, do ovário e problemas neurológicos. Às vezes, esses problemas surgem aparentemente em adultos por causa de exposições décadas anteriores em fases fetais.

“A AMEAÇA É PARTICULARMENTE GRANDE QUANDO EXPOSTOS NASCITUROS”, disse o Endocrine Society. Tracey J. Woodruff, da Universidade da Califórnia, San Francisco diz: “Um mito sobre produtos químicos é que o governo dos EUA garante que eles são seguros antes de entrar no mercado”. Na verdade, a maioria são considerados seguros, a menos que se prove o contrário.

Dos 80.000 ou mais produtos químicos em produção hoje no comércio mundial, apenas uma pequena parte foi analisado de forma rigorosa para a segurança. Mesmo quando uma substância foi removida por razões de saúde, o produto de substituição pode ser tão ruim quanto antes. “É frustrante ver a mesma história uma e outra vez”, disse o professor Woodruff. “Os estudos em animais, in vitro e estudos em humanos testes iniciais mostram que os produtos químicos causam efeitos adversos A indústria química diz”. Esses estudos não são bons, e pedem para ser exibido com a evidência humana. A evidência humana leva anos e exige que as pessoas fiquem doentes. “Nós não devemos ter que usar o público como cobaias”.

Europa está se movendo para testar produtos químicos antes de entrar no mercado, mas nos Estados Unidos é muito lento por causa do poder do lobby químico. A legislação de segurança química depende do Senado que exigiria a EPA para iniciar uma avaliação da segurança de produtos químicos apenas 25 nos primeiros cinco anos – e legislação da Câmara não é muito melhor. “Há quase infinita o paralelismo com a indústria do cigarro”, diz Andrea Gore, professor de farmacologia na Universidade do Texas em Austin e editor da revista Endocrinology.

Por agora, os especialistas dizem que a melhor abordagem é que as pessoas tentam se proteger. Especialmente as mulheres que estão grávidas ou podem se tornar grávidas e para as crianças jovens, tentem comer alimentos orgânicos, reduzir o uso de plásticos, recibos de caixa registadora toque tão pouco quanto possível, tentar evitar retardadores de chama sofás e ver as guias para consumidor http://www.ewg.org.

O Lobby químico lançou o equivalente a U$D 121.000 para cada membro do Congresso no ano passado, por isso esperam que as empresas químicas ganhem muito dinheiro, enquanto que mais meninos nascem com hipospádia e mais mulheres morrem desnecessariamente de câncer de mama.

FONTE: Brasil sem vacinas | via e-mail de Eduardo N Ribeiro

Verdade Mundial

ONDE COMEÇA A VIDA NA MATÉRIA

Essa é uma questão que, talvez, ninguém tenha se dado contas. Mesmo a ciência dos homens passou ao largo nela. Conseguiu dissecar a matéria existente no planeta em até 118 elementos. Dividiu-os por classe, deu-lhes nome e sobrenome. Conseguiu até mensurar o seu tamanho, tendo por base o metro, tamanho este equivalente a 10¹² (dez elevados à décima segunda potência), que seria o mesmo que 0, m + 12 zeros. Essa medida chama-se “PICÔMETRO”. Só para ilustrar: o número após o símbolo do elemento é o número de elétrons que ele tem. H – 1 (Hidrogênio) tem um tamanho de 120 pm. O O – 8 “(Oxigênio)” tem um tamanho de 152 pm. O Au – 79 (Ouro) tem um tamanho de 166 pm. O Pb – 82 (Chumbo), tem um tamanho de 202 pm. O Pu – 94 (Plutônio) tem um tamanho de 200 pm.

Não esqueceu também, a sua Massa Atômica. Isso demonstra que suas potentes máquinas conseguem tudo o que quer, menos o mais importante, a capacidade de encontrar a “VIDA” nestas estruturas. O problema está em que, o olhar dos cientistas está apenas na matéria e suas coligações. Fazem como o produtor rural que junta o esterco dos amimais para transformá-lo em adubo. Aplicam a mesma fórmula para os elementos existentes no planeta, como se eles fossem excrementos que por acaso caíram aqui, e só servem para completar as fórmulas que precisam para as suas pesquisas ou criar os venenos, não importando os seus resultados nos seres que consideram vivos. Quando o interesse monetário se sobrepõe ao interesse da flora e da fauna deste planeta, então há um erro de princípio, e este erro não está na ciência dos homens, mas nos homens que a manipulam. Quando agem desta forma sempre consideram em primeiro lugar o seu próprio bolso. Mesmo que se extinga a humanidade, consequência de sua insanidade. Não tem importância, não se dá contas que irá se extinguir também, apenas de bolsos cheios. Me diz aí, se isso não é uma insanidade? Contribuir para a sua própria extinção, contribuir com a extinção de seus filhos, contribuir com a extinção de toda a sua família, contribuir com a extinção de todas as raças vegetais, animais, contribuir com a extinção do próprio ser humano. Transformar este lindo planeta azul em um planeta estéril e sem vida, de acordo com a sua compreensão de “vida”. Apenas para encher os bolsos daquilo que não poderá levar, nem mesmo até o cemitério. A tua essência será tão desnuda como desnuda é a tua participação no engrandecimento da raça humana.

A vida ao nível da matéria, propriamente, começa no átomo. O átomo é uma estrutura composta de elétrons, prótons e nêutrons. Esse conjunto, isento de uma proteção externa para o manter coeso, tem como suporte apenas uma “energia” para evitar que elétrons de seu conjunto escapem ou absorvam outros elétrons. O que diferencia um átomo de outro é apenas a quantidade de elétrons que giram em torno do núcleo, formado por prótons e neutros. A quantidade de elétrons determina o elemento a que corresponde o átomo. O mais interessante disso é que apenas um elétron diferencia um elemento de outro. O número que há após o símbolo do elemento, corresponde a número de elétrons que ele tem, por exemplo:

Um Não Metal H – 1 (Hidrogênio) de um Gás Nobre He – 2 (Hélio).

Um Gás Nobre He – 2 (Hélio) de um Metal alcalino Li – 3 (Lítio).

Um Não Metal C – 6 (Carbono) de um Não Metal O – 8 (Oxigênio).

Um Metal alcalino Na – 11 (Sódio) de um Metal terroso Mg – 12 (Magnésio).

Um Metal Al – 13 (Alumínio) de um Semimetal Si – 14 (Silício).

Um Metal Ti – 22 (Titânio) de um Metal V – 23 (Vanádio).

Um Metal Ni – 28 (Níquel) de um Metal Cu – 29 (Cobre).

Um Metal Pt – 78 (Platina) de um Metal Au – 79 (Ouro) e de outro Metal Hg – 80 (Mercúrio).

Suponho que os exemplos dados acima são suficientes para dar uma ideia da realidade dos elementos existentes no planeta e que foram dissecados pela ciência dos homens.

É necessário aqui também frisar que todos os elementos existentes são mantidos por uma mesma “energia”. Não importa qual o elemento, pois todos os elementos são formados por elétrons, prótons e nêutrons. O que o mantém, o sustenta e lhe dá a existência, é essa mesma “energia”. Apesar de que em cada elemento ela se apresente de uma forma diferente, ela é sempre a mesma. Para uma pequena comparação, vamos pegar a ‘eletricidade’. Apesar de que ela provenha de diversas fontes diferentes, e em intensidades diferentes, todas são energia elétrica. Pode ser usada em tudo o que precise de energia para funcionar: numa lâmpada, um motor, um avião, um barco etc. ela sempre será energia elétrica. O mesmo acontece aos 118 átomos que formam os elementos existentes no planeta. A “energia” é a mesma, o que altera é apenas o número de elétrons que os compõem e a frequência e intensidade da energia que os une.

Há outras considerações que gostaria de fazer. Por exemplo: O O – 8 (Oxigênio) é o elemento necessário para a vida dos seres animais. Estes expelem como resíduo da alimentação das suas células o C – 6 (Carbono). Assim como, o elemento necessário à flora para processar a sua alimentação é o C – 6 (Carbono). Estes expelem como resíduo de sua alimentação o O – 8 (Oxigênio). Já notaram que o alimento de um é o resíduo de outro? Portanto há uma interdependência entre a flora e a fauna existente no planeta Terra. Isso, simplesmente quer dizer uma só coisa: Um não pode viver sem o outro. Ambos participam da vida um do outro.

Interessante também de notar é que o O – 8 (Oxigênio) alimenta o fogo ao passo que o C – 6 (Carbono) o extingue. Isso apenas pela diferença de apenas 2 elétrons.

Outra coisa também foi constatada pela ciência dos homens. Nas profundezas dos oceanos, onde há fumarolas, existem organismos se alimentando com S – 16 (Enxofre) que normalmente é expelido por elas. Ainda, pode-se afirmar que há outros seres que se alimentam de outros elementos existentes no planeta. Não é por que a ciência dos homens não os descobriu que eles não possam existir.

Também podemos considerar outra coisa interessante que acontece com certos elementos.

Alguns têm a capacidade de um elétron agir ora como elétron e ora como onda.

Outros simplesmente são neutros Ti – 22 (Titânio) não exerce atração, repulsão, ou qualquer outra interferência nos organismos humanos e é usado para próteses.

Para outros a atração e repulsão é uma de suas principais características. A bússola, por exemplo, sua agulha tem um ímã tão potente que procura sempre o norte magnético da Terra.

Há metais que não interferem nem com eletromagnetismo.

Como também há metais que podem emitir radioatividade, como o Cs – 8 (Césio), U – 92 (Urânio), Pu – 94 (Plutônio).

Alguns metais são extremamente pesados e outros leves.

Alguns altamente dúcteis e outros duros.

Alguns são altamente condutores e outros resistentes à eletricidade.

Alguns são flexíveis e outros não.

Alguns precisam de altas temperaturas para se liquefazer, como o Pu – 94 (Plutônio) 639ºC, Au – 79 (Outo) 1064ºC e Cu – 29 (Cobre) 1084ºC e outros se dissolvem à baixa temperatura, como o Sn – 50 (Estanho) 231ºC e o Pb – 82 (Chumbo) 327ºC, P – 15 (Fósforo) 44ºC.

Porque somente há um elemento, o Pb – 82 (Chumbo), que consegue barrar a Raio X, sendo que consegue ultrapassar a todos os outros metais?

Alguns são extremamente caros como o Au – 79 (Ouro), e outros tem valor reduzido como o Zn – 30 (Zinco).

Possivelmente há mais de vinte anos eu li no Wikipédia que se o núcleo de um átomo tivesse o tamanho de um limão, mais ou menos 3,5 cm, o seu elétron estaria a três km de distância.

Apenas para terem uma ideia: a cabeça de um alfinete tem mais ou menos 1 a 1,5 mm. Sobre a sua cabeça caberia um bilhão de átomos de H – 1 (Hidrogênio).

Já conseguimos delinear e conferir algumas das condições dos átomos. Vimos que eles se compõem de elétrons, prótons e nêutrons. Que um elétron acrescido ao átomo se altera o elemento a que ele pertence. Identificamos o que os mantêm coesos é uma “energia”, igual para todos, alterando apenas a forma como ela se apresenta.

Agora, vamos fazer um passo a mais em nossa análise, vamos elevar de um átomo para um conjunto de átomos. Toda a matéria se compõe de miríades de miríades de átomos, que por sua vez precisam estar coesos, e a mesma “energia” que mantém os átomos, mantém também a matéria. A “energia” não muda, muda somente a forma como se apresenta nessa matéria. Assim, forma-se o planeta que é sustentado pela mesma “energia” que mantém os componentes do átomo, coesos. Podemos ampliar para os satélites que cada planeta possui. Esse novo conjunto precisa da mesma “energia” que estabelece os átomos, como a matéria, coesos. Podemos ampliar mais englobando todo um sistema solar ou estelar e a necessidade da mesma “energia” que manteve o átomo, a matéria e o planeta com seus satélites coesos, como se fossem presos por uma corda invisível que impediria a fuga ou dispersão daqueles elementos que os formam.

Estão vendo, até aqui, que tudo dependeu de uma “energia” para estabelecê-los no universo. Ainda há mais, a formação de uma galáxia, como a nossa Via Láctea, que os astrônomos dizem possuir mais de duzentos bilhões de estrelas. De uma ponta à outra a luz levaria por volta de cem mil anos para percorrê-la. Pois bem, cada galáxia não poderia existir sem que a mesma “energia” que mantém os componentes do átomo coesos, conseguisse estabelecer a harmonia em seus elementos e dar-lhes as estruturas que os telescópios conseguiram fotografar e trazer-nos a noção de sua existência, sua complexidade, sua estrutura e a enorme distância que nos separa delas.

Apenas para deleite de seus olhos, razão para sua lógica, motivo para a ciência dos homens correr atrás e os seus cientistas perceberem que tudo é um pouco maior que sua capacidade intelectiva e que precisamos abrir mais a nossa mente para aquilo que não podemos ver, pegar ou sentir, existe de forma muito mais descomunal que a nossa parca capacidade de perceber, apenas a matéria que podemos pegar e ver.

Saint Germain em seu livro “EU SOU A PRESNEÇA MÁGICA”, na página 225 diz: “Todos nós precisamos fazer viagens mentais para desenvolver nossas capacidades mentais e compreender que cada intelecto humano é somente um desses três bilhões de almas, aproximadamente, encarnadas sobre a Terra. Nossa Terra é um dos menores planetas do nosso sistema solar. Nosso sistema é, apenas, um átomo na galáxia a que pertencemos, e há galáxias de galáxias”.

Por volta do ano 2010, um astrônomo italiano havia constatado, em seu telescópio, que uma certa galáxia estava se movendo no universo. Quando li o livro “EU SOU A PRESENÇA MÁGICA”, pude entender essa afirmação, do astrônomo italiano, que, na realidade, cada galáxia funciona como se fora os planetas de um sistema solar, ou levando ao nível do átomo, como se fora um elétron de um átomo.

Completamos até aqui a constatação de que uma única “energia” em sua maior ou menor intensidade ou frequência é a responsável para dar existência, sustentabilidade, coesão, harmonia e estabilidade, do átomo à galáxia de galáxias. Essa é uma realidade que ninguém pode contestar, a menos que demonstre e prove a impossibilidade do que está contido acima. O que falta aos homens que dirigem a ciência dos homens é abrir suas mentes para aquilo que está escondido atrás da matéria, aquilo que está escondido aos olhos e encoberto para mentes que não conseguem elevar sua lógica um pouco mais que o trivial, o que é perceptível aos cinco sentidos e que suas máquinas não conseguem mostrar. Embora mostrem a perfeição do átomo, da matéria e de todos esses sistemas que parecem soltos no universo, mas, que obedecem a uma ordem, invisível, e, que não pode ser o acaso, porque ele seria a negação dessa “energia” que não pode ser medida, mas que, dá a condição de que cada unidade existente no universo possa manter-se, sustentar-se e existir em sua unidade e congregar com a multiplicidade sem perder a sua estrutura e formar aquilo que se conhece apenas por “universo”.

Aquilo que a ciência dos homens conhece por inanimado, está dissecado acima. De forma sucinta, mas creio eu, de forma inteligível e que não deixa motivos de dúvidas. É preciso que se abra o consciente exterior (é tudo aquilo que passou pelos cinco sentidos, que embora não estejam presentes na memória, fazem parte dele), se dê condições a que novos conhecimentos sejam fixados por ele, e assim, paulatinamente, conseguirá entender e intelectualizar aquilo que se chama evolução.

VAMOS ELEVAR UM POUCO MAIS A NOSSA INTELECTUALIZAÇÃO DE VIDA

NO REINO VEGETAL

Do reino vegetal acima, são considerados pela ciência dos homens como seres vivos ou seres animados, isso pela sua incapacidade de perceber “vida” onde ela existe. Não é porque algo não se move que não tenha vida. Precisa haver uma dilatação desse conhecimento e ver a “vida” não só pelo lado da matéria. Essa “vida”, pelo lado da matéria, é apenas a “vida” que pode ser percebida pelos nossos sentidos obtusos. Não podemos esquecer que a matéria tem o outro lado. Esse lado que fica atrás da matéria continua ainda desconhecido pela ciência dos homens. Continuará ainda por muito tempo se os homens que a manipulam não forem capazes de abrir as suas mentes para aquilo que está atrás da matéria. Dei acima o exemplo do rio. Nada melhor para mostrar a necessidade de que os homens que fazem a ciência olhar também para o fundo do rio, não só para o seu espelho d’água. A evolução de uma ciência só é total quando se consegue analisar a frente e o verso da matéria. Então, a ciência dos homens irá encontrar a essência daquela estrutura chamada matéria, não simplesmente a matéria fria e desnuda. O que dá sentido, dá estrutura, dá consistência à uma ciência é justamente o entendimento da totalidade de um composto e não apenas aquilo que pode ser percebido pelos nossos sentidos.

Tudo é formado por átomos. Quem anexou aos átomos a “energia” que lhe dá a existência? Quem conseguiu perceber essa mesma “energia” mantendo miríades de átomos coesos formando as mais variadas estruturas? Está na hora de buscar a essência, não só o conhecimento daquilo que chamamos matéria ou universo.

Vamos deitar o nosso olhar para a parte da matéria chamada vegetal. Também, como qualquer outro, é formado por átomos, os mais variados possível. Formam uma estrutura diferente que os minerais. Isso porque a “energia” que mantém esses vegetais em suas mais variadas espécies, também molda-se, e diferencia-se apenas em sua apresentação, onde dá a diferenciação das maiores variedades possível e imaginável, e que muitos ainda não foram sequer catalogados pela ciência dos homens. Todos os seres possuem essa “energia” que se apresenta em duas características diferentes, que seriam a “energia criadora” e a “energia regedora”. São as duas fazes da “vida”. Ora cria e ora rege, mantém. Nos minerais, isso é tão dilatado que não se tem condições de avaliar, e até de intelectualizar essas duas características. Quando nossa evolução for suficientemente desenvolvida, certamente iremos entender também isso.

A partir do reino vegetal, isso pode ser facilmente constatado e entendido. Bastando apenas prestar atenção as realidades à nossa frente. No reino vegetal, a grande maioria dos seres se perpetuam através da semente. Saint Germain dizia que: “A cada primavera a natureza se recria”. É exatamente o momento em que nos vegetais há o surgimento da flor, e explode a “energia criadora”. Dá início a um período em que se dedica em produzir o elemento que o tornará perene. Inicia com uma simples flor, que polinizada produz a semente que é uma nova “vida” deste mesmo vegetal. O vegetal está recriando a sua própria continuação. Para os vegetais ditos perenes, a “vida” que eles têm não os abandona, mas simplesmente transferem parte de sua “vida” para o fruto que produziu. A “vida” se divide, mas não perde a integridade da “energia” que a sustenta, porque a energia é ilimitada, é maior que o universo. O fruto guarda a semente, “vida”, esse potencial energético que é capaz de reproduzir o vegetal que lhe deu origem. Neste momento o fruto com sua semente, entram no período da “energia regedora”, porque é de sua responsabilidade manter a integridade de reproduzir quem lhe deu origem. A “energia regedora” falharia se a semente de um pessegueiro produzisse um pé de abacate. No momento em que a semente for lançada na terra em condições necessárias, a “energia regedora” dá lugar novamente à “energia criadora” que terá que levar a este novo ser a criar condições de se reproduzir.

Para os vegetais ditos de ciclo curto, vamos utilizar um pé de trigo como exemplo. O pé de trigo cria um cacho e nele as sementes. Quando estas sementes estão prontas, o pé de trigo transfere para as sementes a sua “vida”, as suas “energias criadora e regedora” e morre. Estas sementes lançadas na terra e em condições adequadas elas precisam reproduzir o mesmo pé que lhe deu origem, transferido para ele a sua “vida”, a sua “energia”, e morre. Assim reinicia todo o ciclo novamente. Não há propriamente uma divisão absoluta entre as “energias criadora e regedora”. Elas formam um conjunto harmônico para darem condições à flora de se perpetuar na natureza. O mais importante é já perceber que há uma pequena distinção entre essas duas energias que juntas executam a mesma função, evitar que a espécie se extinga.

NO REINO ANIMAL

Dando uma repassada rápida pelo reino animal mais inferior que são os micróbios, bactérias e gérmens, que também são formados por átomos. O que mantém este aglomerado de átomos coesos é a mesma “energia” que mantêm os átomos em suas estruturas. Aqui também, esta “energia” se apresenta de forma diferente para cada uma das criaturas. Diferentes também a forma como elas interage no seu universo. Lembrem do exemplo da energia elétrica. Em cada local em que ela se apresenta há uma forma diferente de interagir. Quando há a divisão destes microrganismos, na sua proliferação, há também a divisão da “energia”, mas sem haver a diminuição de sua qualidade e quantidade. Não se pode esquecer que a “energia” é uma fonte inesgotável que nunca irá diminuir nem se esgotar. Não se pode determinar claramente, nestes seres onde inicia a “energia criadora” ou a “energia regedora”.

Os reinos animais, um pouco mais evoluídos, já sendo uma individualidade, é composto também por miríades de átomos, da mesma forma coesos pela mesma “energia” que dá a existência deles no seu universo. Essas individualidades não se dividem em dois, mas ao morrerem seus corpos físicos, essa “energia’ que os sustentava não se extingue, vai para uma Mônada onde permanecerá até haver a necessidade de um novo nascimento, quando então será acoplada ao novo princípio material para vitaliza-lo. Aqui, a “energia criadora” se diferencia um pouco. Não é a própria “energia” que se divide, mas apenas o ser material dá condições de gerar um outro ser, já existente em uma Mônada, que pode funcionar como “energia regedora” que garante a sua raça, donde será transferido para o novo ventre onde será gestado. Aqui, já começa a existência da individualidade. A “energia, vida” não transmigra de um pé para uma semente, ela simplesmente transfere a sua residência do corpo físico, que morreu, para uma Mônada, onde permanecerá até surgir um novo ventre que a possa gestar, dando-lhe a condição de mais uma passagem por um corpo físico.

REINO HUMANO

No reino humano, há pouca semelhança com o reino animal. O ser humano diferencia-se por ser uma individualidade consciente. Isso faz toda a diferença. Apesar de que a condição “energia vida” que lhe dá a existência seja a mesma que os outros reinos, que mantém os átomos, os planetas, os sistemas solares e as galáxias em uma estrutura harmônica, exerça a mesma função para o corpo físico do ser humano. A “energia vida” carrega plenamente as responsabilidades da “energia criadora” e da “energia regedora”. A “energia criadora”, lhe dá a condição total de criar tudo o que lhe diz respeito. A “energia regedora” o obriga à responsabilidade pelos seus atos, por tudo aquilo que criou.

A “energia criadora” se assenta em seu pensamento. Tudo o que seu pensamento criar, ficará guardado no Mundo Astral e imantado em seu Corpo Astral (de acordo com os Vedas, o agregado humano é composto de 7 corpos: o Físico, o Etérico, o Astral, o Mental Inferior, o Mental Superior, o Búdico e o Átmico). É com referência a isso que Jesus disse: “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”. Essas criações de nossos pensamentos que se fixaram em nosso Corpo Astral, e mostram ao espírito, alma, essência, quando da morte do corpo físico, tudo o que criamos. Isso passa pela mente, consciência como se fora um filme, e acusa o espirito por aquilo que criou quando prejudicial a si ou a outros, e, será o seu juiz. Quando beneficiar a si ou a outrem, verá a luz acrescida em seu espírito, mostrando-lhe o benefício havido.

Somos regidos também, por uma lei estabelecida pela ciência dos homens, que diz: “A todo o ato, há um outro ato na mesma intensidade, mas em sentido contrário”. Esta lei é universal e rege todos os seres do universo. É claro, estamos falando aqui das individualidades conscientes. Tudo o que eu fizer terá uma consequência. Cada pensamento, cada palavra e cada ato meu, terá uma consequência. Essa consequência não se processará no tempo criado pelos homens, mas pelo tempo do universo, o tempo de Deus, que é o simples “agora”. Apesar de que, poderá parecer ao consciente humano que a criação foi em uma vida passada e o ressarcimento nesta vida, para o universo é no agora. Porque nada poderá ser feito no amanhã ou no ontem. Qualquer coisa que se faça terá que ser agora, mesmo ao nível da vida física. Para o universo o tempo é como se fora uma pilha de papel, tudo está aí, no agora.

A nossa vida aqui na matéria é a consequência daquilo que fiz em vidas passadas. Se nas vidas passadas criei cobras e lagartos, pedras e espinhos, na estrada que tenho que transitar hoje, encontrá-los-ei para resgatar estas minhas criações de vidas passadas. Gosto de dizer que: ninguém é pato ou peru; pato para pagar a dívida dos outros e peru para morrer na véspera. Esta é uma forma de se afirmar que tudo o que me acontece é consequência daquilo que eu fiz em vidas passadas, e, algumas vezes nesta própria vida. Tentando exemplificar isso: o ser passou a vida toda fumando como um condenado, no fim da vida tem um câncer de pulmão que o levará à morte. Ou então bebeu como um gambá, da mesma forma, no fim da vida tem um câncer de fígado ou uma cirrose hepática que o levará à morte.

Porque uma criança tem um câncer aos dois, quatro ou dez anos? A solução está no que ela fez em vidas passadas. Precisamos, como humanidade, criar essa consciência de que a vida é uma consequência daquilo que eu fiz. O que estou fazendo nesta vida, terei que resgatar na ou nas próximas.

Nos seres humanos, diferencia-se em muito a forma como a “energia, vida” se mantém e evolui. Não passa por sementes, não fica guardado em uma Mônada para posteriormente ser implantado em um ventre. A sua condição de individualidade consciente o põe em uma condição de destaque dentro do universo. A sua “energia, vida” provém, assim como todos os seres do universo, da vontade e do pensamento do Deus Uno Pai/Mãe, que utilizando uma partícula sua dá a vida a todos os seres, independentemente do reino a que pertença.

Como sendo uma individualidade consciente, tem a plenitude do “poder criador e regedor”. Como tal, cria a sua própria existência futura, a estrada que trilhará em suas próximas encarnações, as flores, espinhos, pedras, cobras e lagartos que tiver criado no passado, surgirá para ser resgatado. Ninguém foge do “poder regedor”. Quem cria, se torna responsável pela sua criação.

Como individualidade consciente, estamos aqui na matéria para evoluir espiritualmente. Iremos voltar à matéria quantas vezes forem necessárias para alcançar esse objetivo que está impresso em nosso DNA. Quando passado o tempo de nossa permanência na matéria, assim como nos vegetais e animais, o corpo morre, volta ao pó da terra e a “energia, vida” vai para o mundo espiritual, onde o põe o seu peso específico, isto é a sua evolução. É cada individualidade que cria o seu céu ou seu inferno, estes, são apenas um estado de espírito.

Precisamos estar conscientes de que o mundo material, a evolução da matéria, aquilo que vemos e temos, a própria evolução, no sentido do conhecimento, são uma pálida ideia do que há no Mundo Espiritual. Aqui, sem saber, sofremos as consequências de nossa evolução e lá no outro lado, a vemos por inteira, os que estão evolutivamente abaixo ou acima de nós.

Quando no Mundo Espiritual, o espírito vai se preparar para voltar à um novo corpo físico, está sempre buscando a sua evolução. Neste seu processo de preparar-se, os Geneticistas do Concelho Cármico elaboram um projeto de reencarnação para aquele espírito poder resgatar os erros ou parte dos erros de encarnações passadas. Dosam exatamente o resgate para que o espírito tenha condições de libertar-se, ao menos, de parte de seus resgates. As doenças que o corpo físico passar, são exatamente as consequências, que estão sendo quitadas, de suas vidas passadas.

Algum tempo antes de reencarnar, o espírito é apresentado aos futuros pais. É claro que o consciente exterior do corpo dos pais não sabe de nada, porque isso acontece ao nível de espíritos, não ao nível de consciente físico. Os pais sempre concordam com a nova gestação deste espírito. Algum tempo antes, o espírito começa a ser preparado, quando então, baixa o seu nível de consciência por influência do Véu de Maya e quando há a fecundação do óvulo, o espírito é implantado nele e começa a se desenvolver.

Aqui, começa uma coisa que pouca gente sabe. Nem mesmo Kardec recebeu essa informação dos espíritos. O modelo do projeto feito para o espírito reencarnar tem por base o contido no Corpo Astral do espírito. Acima eu disse que tudo o que o pensamento criar ficará no Mundo Astral e se fixará também no Corpo Astral do espírito. Pois bem, esse Corpo Astral do espírito será o modelo para a criação do novo corpo. A genética dos pais apenas dá o empuxe inicial e quem comanda a formação do feto é o seu modelo que foi preparado pelos Geneticistas do Concelho Cármico com base no Corpo Astral do espírito. Pode parecer estranho, e muita gente vai me excomungar por isso.

São realidades que estão aí aguardando apenas mentes abertas para estudar esses conhecimentos e fixa-los em seu consciente exterior. Ao menos em grande parte dos seres humanos, seus conscientes estão bitolados por filosofias castrantes, isto é, que evitam que se levante a cabeça para o alto, e, sem deixar os conhecimentos base de suas filosofias, buscar novos conhecimentos. São estes novos conhecimentos que norteiam toda a evolução não só do ser humano, mas também do universo. Tudo aquilo que ficar parado fica no passado. A “energia vida” é dinâmica e precisa acrescentar à sua escada de conhecimentos novos degraus para poder ascensionar para conhecimentos mais elevados que só lhe vem quando é buscado. O conhecimento não cai do céu, ele está sempre à disposição, mas precisa de que o ser vá ao seu encontro.

Não podemos negar, mas também não podemos ficar nos conhecimentos que Moisés nos apresenta no seu pentateuco. Estes conhecimentos foram pré-condições para o surgimento do conhecimento que o Cristo trouxe à humanidade. Não se pode negar estes conhecimentos, só porque Kardec abriu um pouco mais o leque de conhecimentos postos à disposição da humanidade. Os conhecimentos de Kardec abrem uma quantidade de portas para novos conhecimentos, só que precisamos abrir a mente para buscá-los.

Na humanidade surgiram muitos seres iluminados e de alta capacidade evolutiva e deram aos cientistas das ciências dos homens toques que se seguidos poderíamos não depender mais do petróleo. Nikola Tesla, foi um destes gênios que deixou grande quantidade de patentes. Se os cientistas que o sucederam continuassem, já teriam encontrado a forma de propulsão dos discos voadores.

OS SERES QUE ESTÃO FORA DA MATÉRIA

Somente para citar: OS ELEMENTAIS, OS SERES HUMANOS já evoluídos para a 5ª até a 26ª dimensões, OS DEVAS, OS ELEHINS, OS ANJOS, ARCANJOS COM TODAS AS OUDTRAS DENOMINAÇÕES, também são criadas pelo Deus Uno Pai/Mãe e tem a mesma energia de todas as outras criaturas, consideradas ao nível da matéria, apenas com uma intensidade e frequência diferentes.

CONCLUSÃO

Assim, podemos ver que tudo no universo, no tocante à matéria, dissecados aqui, tem como origem e base de funcionamento e existência, uma “energia” provinda do Deus Uno Pai/Mãe, que se apresenta de forma diferente em cada individualidade, tanto em sua frequência como em sua intensidade. Em cima dessa base, cabe à ciência dos homens, aos homens que a comandam, abrirem suas mentes para perceber essa similaridade existente entre tudo. Em vez de explodirem com átomos para descobrir o “Bóson de Higgs” perceberem que Deus está dentro do próprio átomo. A única coisa que precisam é abrirem suas mentes para as realidades que, mesmo estando patentes em seus microscópios, lhes fogem ao entendimento pelo simples fato de não olharem atrás da matéria, ou mergulhar no fundo do rio, para terem a consciência que a “vida” está dentro do átomo e também dentro de tudo.