PLV4538 – Livro 29 – DIÁRIO, 18/10/2023
18/10/2013
Assim como o nascimento de uma criança também fomos criados simples e ignorantes. Ninguém sabe o que lhe aconteceu no primeiro ou até o segundo ano de existência física. Aconteceu com o nosso corpo, mas nossa memória não acusa. Com um lapso de tempo bem maior, o tempo em que estivemos na primeira e segunda dimensões, se estende por muitos e muitos séculos. Mesmo após ingressar na terceira dimensão, as encarnações que tivemos, mesmo a última antes desta que estamos vivendo, são incógnitas na memória de nosso corpo físico. Para quem tiver uma boa capacidade racional poderá deduzir que as pedras e espinhos que têm em seu caminho são resultados, são consequências de seus atos praticados no passado. Sabe agora, de conhecimentos que indicam que aquilo que fizer, voltará para si para ser ressarcido. Planta aquilo que quiser e depois terás que colher. O corpo não tem a memória porque não vivenciou, mas o espírito, a parte da nossa dualidade, sabe porque é ele que sofre as consequências do desregramento de seus corpos anteriores, e seu corpo atual é apenas seu instrumento, através do qual ele pode resgatar esses erros do passado, para limpar-se e assim poder evoluir em sua espiritualidade. A dificuldade de o consciente físico entender é porque se misturam a materialidade com a espiritualidade e como não está muito afeto às coisas do espírito se torna difícil seu entendimento.
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