PLV3547 – Livro 24 – Diário, 25/05/2021
25/05/2021
O que sabemos de nossa vida? Propriamente nada. A fração desta encarnação é tão pequena que não nos dá, sequer, a consciência de nossa identidade, de quem eu sou. Enquanto não estivermos evoluídos espiritualmente, para nosso consciente seremos apenas um ponto de interrogação e sem respostas. O tempo anterior a esse parco tempo de nossa encarnação está escondido no mais profundo de nossa individualidade. Talvez nos seja revelado quando conseguirmos alcançar a mestria, de onde teremos a percepção do universo. É por isso que precisamos constantemente buscar nossa evolução, porque mesmo o espírito ainda vivendo na terceira dimensão não tem a consciência de sua universalidade, precisando sempre de auxílio para pôr-se dentro do conhecimento de si próprio, da sua unidade com quem está próximo e depois sua unidade com o universo, de onde é uma partícula e que está inserida dentro do todo. Essa consciência de sua individualidade universal só vem após muito exercício de intelectualizar conhecimentos, experienciá-los e fixá-los em seu ser. A evolução é a soma de conhecimentos intelectualizadas, experienciados e fixados. Para isso, necessita o ser escolher e lutar por essa escolha que fez. A escolha é sempre sinal de que se fixou um objetivo e se está sempre atento a ele. Assim, aos poucos, se consegue abranger um limite maior de nossa identidade consciente. Nada se consegue de graça.
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