PLV4664 – Livro 30 – DIÁRIO, 22/02/2024
22/02/2024
Urgentemente precisamos modificar nosso entendimento com relação à vida. Com poucas exceções, o entendimento da humanidade é só naquilo que vê e pode sentir em seus sentidos. Só se pensa na vida atual, sobreveio a morte e termina tudo. Para esses, a vida é uma folha que secou e caiu da árvore, ou um fruto, que é formado de uma bela flor, amadureceu e caiu do pé. Não há perspectivas, não há objetivos, não há futuro. Esses terminam quando o fruto amadureceu e caiu, apodrecendo no solo. Esta forma de ver a vida, bitola o ser humano a aproveitar enquanto pode, porque não se considera vivendo fora desta matéria que o aprisiona. No entanto, a maior realidade da vida é quando o corpo morre, porque o ser que está preso dentro dele se liberta e consegue perceber e ver o universo como ele é, luz, e ver-se também como um foco de luz. Não está mais preso a tridimensionalidade da matéria. Perde o peso material que possuía, para ter a leveza da pluma. É claro, vai pagar as besteiras que seu corpo lhe deixou, mas ao menos tem a perspectiva de poder volitar pelo universo, ao comando de seu pensamento. Agora, tem a noção de sua integralidade, do que realmente é, um foco de luz saindo do pensamento do Deus Uno Pai/Mãe.
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