Blog do Miguel Faccio

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RCD4362 Raios ou Chamas

O Grupo
Através de Steve Rother

A LINGUAGEM DOS ANJOS

continuação

Um sorriso pode começar onde um sermão não consegue. Uma risada pode abrir uma porta que nenhum esforço conseguiu abrir. Existem energias no universo que respondem não apenas à disciplina e à intenção, mas também à alegria. Espiritualmente, o riso carrega um propósito ainda mais profundo.

O riso é a linguagem dos anjos.

Os anjos não conhecem a densidade do medo da mesma forma que os humanos. Em vez disso, sua perspectiva é de compaixão e atemporalidade. A perspectiva deles é a suave brincadeira do espírito.

Os anjos veem a imensidão por trás de cada problema passageiro, testemunham a jornada da alma muito além da estreiteza do momento. E assim, a energia do amor angelical muitas vezes chega não como peso ou pressão, mas como leveza e elevação.

Quando o riso verdadeiro surge de dentro de você, ele ressoa com o campo angelical. O riso é um som de lembrança.

No riso genuíno, a alma se lembra, ainda que brevemente, de que, embora a história humana seja significativa, ela não representa a totalidade da verdade. Ela se lembra de que você é eterno e que nenhuma escuridão pode extinguir completamente a sua luz.

A alma se lembra de que, mesmo em meio aos desafios, você é amparado por algo vasto, amoroso e sábio. Nesses momentos de riso, você se aproxima do Lar.

O Lar, queridos, não é meramente o lugar para onde você vai após a morte. É a frequência do espírito de onde você veio. É a ressonância do amor incondicional, do pertencimento e do conhecimento profundo.

Quando você ri de coração — sem crueldade ou defesas — você eleva sua vibração. Você se torna menos denso e o véu se torna mais tênue, pois você não está mais preso aos limites da ilusão. Mesmo que por um instante, o céu não parece tão distante, porque você o está tocando por dentro.

É por isso que tantos buscadores espirituais se sentem confusos em relação ao humor.

Eles foram ensinados, direta ou indiretamente, que seriedade é sinônimo de profundidade. Aprenderam a associar solenidade à sabedoria. Acreditam que, se algo é sagrado, deve ser pesado.

Se algo é divino, deve ser formal. Se alguém é verdadeiramente evoluído, deve permanecer acima do riso, da brincadeira, da tolice. Mas isso é um mal-entendido nascido da separação.

Existe uma forma de seriedade que provém da reverência. Embora essa tenha seu lugar, existe outra seriedade que nada mais é do que medo disfarçado de espiritualidade. É rígida e repleta de presunção, a tentativa do ego de parecer avançado rejeitando a própria leveza que o libertaria.

O humor sagrado é transformador.

O humor sagrado não se trata de diminuir a vida, mas sim de criar espaço para mais vida. Não se trata de desrespeitar a dor, mas sim de recusar-se a idolatrá-la como o único caminho para a transformação. O humor sagrado não é uma fuga da realidade, mas sim de enxergá-la com uma perspectiva mais ampla.

Quando você ri com segurança, você evolui.

Quando você ri de seus próprios padrões antigos com compaixão, você evolui.

Quando você permite que o humor se dissolva o orgulho e a tensão, você se liberta da necessidade de sempre parecer estar no controle, você evolui.

A evolução não é apenas uma escalada através da disciplina, é uma expiração profunda. Muitas vezes, é uma disposição de se abrir. E às vezes é simplesmente uma coragem de ser alegre em um mundo que o treinou para ser vigilante.

continua

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