PLV4084 – Livro 27 – Diário, 20/11/2022
20/11/2022
A vida que tenho é aquilo que brotou de meus pensamentos, de minhas palavras e de minhas obras, a consequência que resultou dos corpos anteriores de meu espírito. Há uma dicotomia aqui: como meu corpo pode alegrar-se ou sofrer aquilo que outros fizeram? Precisa ser bem entendido, e esta é a grande dificuldade da humanidade terráquea. Quem sofre, se alegra, carrega pedras ou tem uma vida nababesca, não é o corpo. Sei que serei criticado por isso, mas não importa, dia virá em que todos conseguirão o perfeito entendimento de tudo o que estou escrevendo. Quem sofre, se alegra, carrega pedras ou tem uma vida boa é o espírito. O corpo é apenas um instrumento que o espírito tem, sustenta a vida, para que lhe sirva de veículo, intermediário, entre o mundo espiritual e o mundo material. O corpo está sendo exatamente aquilo que o espírito é ou precisa resgatar. Digamos que você é o espírito e está usando um carro, um instrumento. Se o carro bater, quem será o responsável? Quem pagará o conserto? Se não tiver mais conserto, deixa o carro no ferro velho. Da mesma forma, o espírito é responsável pelo que seu veículo, seu corpo, seu instrumento fizer, porque a responsabilidade continua, mesmo o corpo tendo morrido. Pelas palavras do Cristo, o que foi semeado, a semente que foi plantada, terá que ser colhida, porque é “obrigatória”. Quem irá acolher não será o corpo, porque já se decompôs em suas unidades atômicas, terá que ser o espírito que deu vida àquele corpo.
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