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Miguel Faccio

Diário · Livro 30 · PLV4639

Diário, 06/05/2024

publicada em · 1 min de leitura

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06/05/2024

Há bastante tempo o planeta vem demonstrando sua insatisfação para com os humanos. Aqueles que tinham que cuidá-lo, trata-lo, como seu berço, seu lar, depredaram-no. Ele está cobrando seu quinhão. O ser humano não se satisfaz em usufruir seus benefícios, precisa tirar-lhe para encher os bolsos, para satisfazer sua sede insaciável de ouro e prata. O planeta foi demais vilipendiado e isso causa um desequilíbrio energético que precisa de qualquer forma saná-lo. Não é por nada que em tão grande quantidade de lugares a natureza tem se revoltado contra seu depredador, criando enchentes, tempestades, tornados, ciclones, terremotos, altamente destrutivos e parece que o ser humano não consegue entender. Segue com seu ritmo e sua sanha destruidora. Da forma como está, não levará muito tempo para que os seres não tenham mais água para dessedentar sua sede. Já está poluída desde as suas nascentes. Agora poderá apodrecer como as águas de um pântano. Os oceanos estão impregnados por lixo plástico que lentamente está tirando a vida dos peixes. É urgentíssimo uma tomada de posição, tanto dos aqui viventes, como dos que estão do outro lado da vida.

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