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Miguel Faccio

Diário · Livro 30 · PLV4600

Diário, 29/03/2024

publicada em · 1 min de leitura

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29/03/2024

Hoje se comemora o dia da morte de Jesus, a sexta-feira santa. É exatamente para que todos os cristãos se lembrem dos sacrifícios a que Jesus foi submetido. Sua vida girou em torno do povo, aliviando os sofrimentos, ensinando a boa nova, curando os doentes, mas mesmo como uma vida dedicada, na hora fatídica o povo escolheu que fosse libertado um bandido, Barrabás. Até parece que o povo gosta de sofrer, prefere sempre a pior opção. Isso, à parte. Jesus passou a tudo isso para demonstrar ao mundo que o sacrifício faz parte da vida. Na situação em que estava a humanidade daquela época, e ainda hoje, somente boas palavras não são suficientes para penetrar no consciente do ser humano e fazer a transformações necessárias para a participação consciente na evolução não só da humanidade, mas também de cada ser humano. Se Jesus não tivesse passado por tudo o que passou há dois mil anos, hoje estaríamos comemorando alguma lembrança sua? Minha intuição diz que não. Nesse dia, especialmente, vamos fazer um pouco por nós próprios, diminuindo nossos atos mesquinhos e dando um pouco mais de atenção ao nosso espírito, que mora dentro de nós e que é a parte de nossa dualidade que vive pela eternidade.

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