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Miguel Faccio

Diário · Livro 29 · PLV4475

Diário, 24/11/2023

publicada em · 1 min de leitura

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24/11/2023

Se formos comparar com a vida do espírito, a vida da matéria, no corpo físico, é de curtíssimo prazo por mais que o ser humano viva 80 ou 100 anos. Isso representa muito pouco para a comparação com a eternidade do espírito. A maior diferença que há, ainda é não mais o tempo, mas o agora. O corpo em seu consciente vive o tempo, mas o espírito está somente no agora. No corpo o ser humano tem esperanças de conquistar, mas normalmente esquece de aplicar todo o seu esforço, em síntese, agir como se já tivesse conquistado, sem perder o elã pela conquista. O esforço é normalmente o mesmo do espírito, que o faz na energia e o corpo faz na matéria. A conjunção desses dois esforços é que levam o espírito à evolução espiritual, adquirir em cada período encarnatório, um pouco, nem que seja. O corpo sempre é um instrumento para a evolução do espírito. Sem o auxílio do corpo para manifestar a matéria, o espírito teria dificuldades para experienciar os conhecimentos novos que lhe são apresentados durante o período entre as encarnações. Esse período é um período de descanso e de adquirir conhecimentos, para depois experienciá-los num corpo físico. Assim, aos poucos vai subindo os degraus da escada de sua evolução espiritual.

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