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Miguel Faccio

Diário · Livro 29 · PLV4402

Diário, 12/09/2023

publicada em · 1 min de leitura

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12092023

A morte, para muitos é a satisfação de uma alma pecadora. Morreu, já foi sentar à direita de Deus. No meu modo de ver, no meu conhecimento, a morte não santifica nem condena ninguém. Cada espírito, quando deixa o seu corpo físico, vai para o astral, vai para o céu, vai para o mundo espiritual, tal qual era aqui na Terra. Não há ruptura de continuidade. Não se deixa algo para assumir outro algo qualquer. A evolução no corpo físico é um pequeno adendo que se acrescenta na evolução atual do espírito, esses pequenos adendos são conseguidos através de seu instrumento, para interagir na matéria, seu corpo físico. O espírito sempre vai assumir as consequências da atividade do corpo, sejam elas quaisquer. O que for bom o evolui e o que for contrário a grande lei, terá que ressarcir. Jesus sintetiza assim: “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”. Não há fórmula mágica, tudo são consequências do poder criador do próprio ser humano, seu pensamento, o poder que o iguala a Deus. Na ignorância desse poder, ele se transforma em uma espada de dois gumes, criando sem sopesar as consequências de seus atos. Enjambra pensamentos proibidos a qualquer ouvido, depois acusa à Deus de o perseguir com a quantidade de pedras, espinhos, cobras e lagartos que encontra em seu caminho. Cada um é o resultado de suas criações.

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