{"id":6528,"date":"2017-02-08T10:54:20","date_gmt":"2017-02-08T10:54:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=6528"},"modified":"2017-02-08T10:54:20","modified_gmt":"2017-02-08T10:54:20","slug":"plv1196-livro-11-diario-18-e-19112014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv1196-livro-11-diario-18-e-19112014\/","title":{"rendered":"PLV1196 &#8211; Livro 11 &#8211; Di\u00e1rio, 18\/ e 19\/11\/2014"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>18\/11\/2014<\/strong><\/p>\n<p>Os revezes que a vida nos apresenta, por mais que tentemos enfrentar e solucionar, s\u00e3o consequ\u00eancias de nossas cria\u00e7\u00f5es. Temos que abrir a mente e o cora\u00e7\u00e3o para procurar entender e n\u00e3o continuar a cair novamente na mesma armadilha que ca\u00edmos em vidas passadas. Enquanto nosso consciente exterior n\u00e3o entender que a causa que originou todos os percal\u00e7os de nossa vida atual tem origem em nossos pensamentos, palavras e obras de nossas vidas passadas. Ali est\u00e1 o fato causador. Atiramos para o astral tantos descompassos, tantas cria\u00e7\u00f5es que se acumularam de tantas outras energias semelhantes e agora retornam para cobrar o seu quinh\u00e3o. N\u00e3o podemos imputar a ningu\u00e9m a colheita daquilo que plantamos. N\u00e3o podemos esquecer que o Livre Arb\u00edtrio n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de sem\u00e2ntica. N\u00e3o, ele \u00e9 uma realidade que nos induz \u00e0 responsabilidade pelos nossos pensamentos, palavras e obras. At\u00e9 quando continuaremos a agir como cegos, surdos e mudos \u00e0s cobran\u00e7as que o universo nos faz de nossas pr\u00f3prias cria\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>19\/11\/2014<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio da nossa vida, com certeza, Deus nos protegia com seu manto protetor. Crescemos e Ele continuou a nos alimentar, facilitando a aquisi\u00e7\u00e3o do nosso alimento, como ainda faz com as aves do c\u00e9u, como diz Jesus, \u201c<em>As aves do c\u00e9u n\u00e3o semeiam nem colhem, no entanto, o Pai do c\u00e9u as alimenta<\/em>\u201d. Certamente passamos por essa fase tamb\u00e9m. Crescemos mais um pouco e alcan\u00e7amos a idade da raz\u00e3o, da escolha, do Livre Arb\u00edtrio e da responsabilidade pelos pr\u00f3prios atos. Exigiu-nos procura pelo pr\u00f3prio alimento, como diz o G\u00eanesis, \u201c<em>Comer\u00e1s o p\u00e3o com o suor do teu rosto<\/em>\u201d. C\u00e1 estamos n\u00f3s, andando tr\u00f4pegos pela estrada da vida, porque ainda n\u00e3o somos capazes de discernir o nosso crescimento, ainda n\u00e3o fomos capazes de entender que Deus quer que fa\u00e7amos jus ao sal\u00e1rio do trabalhador. Por isso, aos poucos, n\u00e3o nos deu mais alimento na boca, tampouco disponibilizou as m\u00e3os cheias, porque precis\u00e1vamos conseguir o alimento atrav\u00e9s do trabalho. Possibilitou-nos que plant\u00e1ssemos com a responsabilidade da colheita dos frutos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>18\/11\/2014 Os revezes que a vida nos apresenta, por mais que tentemos enfrentar e solucionar, s\u00e3o consequ\u00eancias de nossas cria\u00e7\u00f5es. Temos que abrir a mente e o cora\u00e7\u00e3o para procurar entender e n\u00e3o continuar a cair novamente na mesma armadilha que ca\u00edmos em vidas passadas. 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