{"id":6486,"date":"2017-01-30T11:08:54","date_gmt":"2017-01-30T11:08:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=6486"},"modified":"2017-01-30T11:08:54","modified_gmt":"2017-01-30T11:08:54","slug":"plv1187-livro-11-diario-3110-e-01112014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv1187-livro-11-diario-3110-e-01112014\/","title":{"rendered":"PLV1187 &#8211; Livro 11 &#8211; Di\u00e1rio, 31\/10 e 01\/11\/2014"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>31\/10\/2014<\/strong><\/p>\n<p>A vida na mat\u00e9ria serve para tr\u00eas motivos distintos. Primeiro, para experienciar o conhecimento divino, porque somos uma extens\u00e3o da Divindade que para conhecer-se quem \u00e9, precisa tornar-se quem n\u00e3o \u00e9, isso, \u00e9 homem\/Deus. Segundo, para, atrav\u00e9s dessa experiencia\u00e7\u00e3o, evoluir com seus pr\u00f3prios recursos e por sua pr\u00f3pria vontade. A cada reencarna\u00e7\u00e3o, retornar na plena simplicidade e ignor\u00e2ncia, tendo que aprender tudo novamente. Assim, pelos seus pr\u00f3prios m\u00e9ritos, conseguir alcan\u00e7ar a evolu\u00e7\u00e3o espiritual e chegar \u00e0 mestria. Terceiro, exercer uma atividade que \u00e9 exclusividade sua, que \u00e9 o Livre Arb\u00edtrio. Nenhum dos outros reinos, nem mesmo quando fora da mat\u00e9ria, algu\u00e9m possui essa prerrogativa. Os reinos inferiores executam a sua programa\u00e7\u00e3o. Os reinos superiores e os esp\u00edritos desencarnados recebem fora de suas atribui\u00e7\u00f5es, a permiss\u00e3o para executar algo. O reino humano tem a liberdade de fazer ou deixar de fazer qualquer coisa, com a plena responsabilidade pelos seus atos. Como diz Jesus, \u201c<em>colher os frutos das sementes plantadas<\/em>\u201d. Esses tr\u00eas motivos tornam o ser humano Deus em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>01\/11\/2014<\/strong><\/p>\n<p>Para se alcan\u00e7ar a evolu\u00e7\u00e3o espiritual n\u00e3o h\u00e1 a necessidade de silenciar o corpo. O corpo, \u00e9 necess\u00e1rio que nos conscientizamos, \u00e9 o instrumento pelo qual o esp\u00edrito alcan\u00e7a a perfei\u00e7\u00e3o. Como instrumento, precisa de alimento adequado para ser sadio. Os romanos j\u00e1 diziam: \u201c<em>mens sana in corpore sono<\/em>\u201d. Para que um esp\u00edrito se fortale\u00e7a, precisa de um corpo sadio. Geralmente, o nosso consciente externo d\u00e1 a primazia de tudo ao corpo, esquecendo que ele \u00e9 apenas um instrumento, e esquece, tamb\u00e9m, que por tr\u00e1s dele h\u00e1 um comando que se chama esp\u00edrito. Tudo o que o corpo faz deveria objetivar o esp\u00edrito que lhe d\u00e1 a sustenta\u00e7\u00e3o, o funcionamento e at\u00e9 a pr\u00f3pria vida. Quando essa troca, essa miscigena\u00e7\u00e3o se torna efetiva, ent\u00e3o, at\u00e9 o corpo pode dispender de alimentos, porque o pr\u00f3prio esp\u00edrito o alimenta. O universo que cont\u00e9m todas as coisas se encarrega de lhe proporcionar a alimenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para mant\u00ea-lo forte e sadio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>31\/10\/2014 A vida na mat\u00e9ria serve para tr\u00eas motivos distintos. Primeiro, para experienciar o conhecimento divino, porque somos uma extens\u00e3o da Divindade que para conhecer-se quem \u00e9, precisa tornar-se quem n\u00e3o \u00e9, isso, \u00e9 homem\/Deus. Segundo, para, atrav\u00e9s dessa experiencia\u00e7\u00e3o, evoluir com seus pr\u00f3prios recursos e por sua pr\u00f3pria vontade. 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