{"id":6304,"date":"2016-12-19T10:31:52","date_gmt":"2016-12-19T10:31:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=6304"},"modified":"2016-12-19T10:34:33","modified_gmt":"2016-12-19T10:34:33","slug":"plv1144-livro-11-diario-08-e-09082014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv1144-livro-11-diario-08-e-09082014\/","title":{"rendered":"PLV1145 &#8211; Livro 11 &#8211; Di\u00e1rio, 08 e 09\/08\/2014"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>08\/08\/2014<\/strong><\/p>\n<p>A necessidade \u00e9 a m\u00e3e do progresso e da evolu\u00e7\u00e3o. Enquanto a humanidade n\u00e3o sentia a necessidade de mudan\u00e7as, n\u00e3o se dava o luxo de ir em busca de solu\u00e7\u00f5es. Um bom exemplo ainda existe: s\u00e3o as tribos ind\u00edgenas, tanto as aculturadas como tamb\u00e9m as ainda n\u00e3o aculturadas. Vivem como na \u00e9poca do descobrimento do Brasil. Aprenderam uma nova l\u00edngua, mas seus usos e costumes continuam na mesma situa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o buscam evoluir como individualidades, como fazem os ind\u00edgenas dos Estados Unidos. Vivem a fazer cestos e acham que isso os levar\u00e1 a algum lugar. S\u00e3o povos inteiros que ainda n\u00e3o acordaram para a evolu\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo como um todo, embora vivam em contato constante com a evolu\u00e7\u00e3o, mas preferem andar, ainda, com o arco \u00e9 a flecha na m\u00e3o. Esses seres precisam urgentemente sentir a necessidade de mudan\u00e7as, que, d\u00e1 para dizer, que est\u00e1 quase que diariamente se acelerando. N\u00e3o sentem essa necessidade e, com isso, perdem o bonde do progresso e ficam andando pelas matas e campos, como esp\u00edritos adormecidos, como zumbis, enquanto o corpo apenas procura o alimento para o seu sustento.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>09\/08\/2014<\/strong><\/p>\n<p>Por todos os \u00e9ons de tempo que andamos por este e muitos outros planetas deste universo infinito, rec\u00e9m estamos concluindo nosso est\u00e1gio na terceira dimens\u00e3o. Pelo que sabemos, temos ainda mais vinte e tr\u00eas dimens\u00f5es a vencer, at\u00e9 alcan\u00e7armos a plenitude de nossa evolu\u00e7\u00e3o. Precisamos chegar l\u00e1. Quanto tempo ainda ser\u00e1 necess\u00e1rio, \u00e9 o de menos. S\u00f3 n\u00e3o podemos nos esquecer de que temos que ter persist\u00eancia e const\u00e2ncia. N\u00e3o podemos nos dar o luxo de parar pelo caminho. Ainda mais que nosso est\u00e1gio na terceira dimens\u00e3o est\u00e1 prestes a findar. \u00c9 bem por isso que temos que ser mais persistentes e constantes, para n\u00e3o perdermos essa oportunidade de subir a uma oitava superior de evolu\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a quinta, as coisas dever\u00e3o ser bem mais f\u00e1ceis, pois n\u00e3o teremos mais um corpo pesado e carmas a resgatar. A mat\u00e9ria n\u00e3o exercer\u00e1 mais tanta influ\u00eancia sobre o esp\u00edrito, tornando-se uma companheira de evolu\u00e7\u00e3o, pois come\u00e7a a preparar-se para ascensionar junto com o esp\u00edrito, tornando-se Mestre Ascenso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>08\/08\/2014 A necessidade \u00e9 a m\u00e3e do progresso e da evolu\u00e7\u00e3o. Enquanto a humanidade n\u00e3o sentia a necessidade de mudan\u00e7as, n\u00e3o se dava o luxo de ir em busca de solu\u00e7\u00f5es. 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