{"id":6296,"date":"2016-12-17T11:14:11","date_gmt":"2016-12-17T11:14:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=6296"},"modified":"2016-12-17T11:14:11","modified_gmt":"2016-12-17T11:14:11","slug":"plv1143-livro-11-diario-04-e-05082014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv1143-livro-11-diario-04-e-05082014\/","title":{"rendered":"PLV1143 &#8211; Livro 11 &#8211; Di\u00e1rio, 04 e 05\/08\/2014"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>04\/08\/2014<\/strong><\/p>\n<p>O alvorecer da ra\u00e7a humana come\u00e7a a se delinear quando completa a \u00faltima fase de sua evolu\u00e7\u00e3o, que alguns chamam de s\u00e9tima ra\u00e7a-raiz. Desde o momento da individualiza\u00e7\u00e3o consciente do esp\u00edrito humano, com o in\u00edcio na primeira ra\u00e7a-raiz, houve sucessivas Eras de Ouro, mas, ap\u00f3s seu apogeu, seguia-se a queda. Assim, foram de ra\u00e7a-raiz e em suas sub-ra\u00e7as subindo lentamente ao apogeu e gradativamente \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. Renascendo novamente ali adiante, como a f\u00eanix, de sua pr\u00f3pria cinza. Os sobreviventes desse cataclismo, que cada uma dessas civiliza\u00e7\u00f5es sofreu, migravam para outras paragens onde, lentamente, formava-se outra ou outras civiliza\u00e7\u00f5es. Muitos, nessas migra\u00e7\u00f5es, perdiam a liga\u00e7\u00e3o com os conhecimentos da civiliza\u00e7\u00e3o anterior, mas muitos conseguiram manter vivos os conhecimentos e transmiti-los aos seus descendentes, formando, assim, a elite que norteava a nova civiliza\u00e7\u00e3o. Esses evolu\u00edram mais rapidamente, os outros foram mais lerdos evolutivamente. Muitos desses esp\u00edritos conseguiram completar seu est\u00e1gio alcan\u00e7ando a mestria, outros ainda se encontram a caminho.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>05\/08\/2014<\/strong><\/p>\n<p>Os horizontes da vis\u00e3o de cada ser humano s\u00e3o muito proporcionais \u00e0 sua evolu\u00e7\u00e3o. Geralmente, quanto menos evolu\u00eddo, mais importante se julga. O inverso tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro. Quanto mais evolu\u00eddo, menos importante se julga. Quando o ser humano \u00e9 pouco evolu\u00eddo, facilmente se torna escravo do orgulho, da vaidade e da soberba, ainda mais quando tamb\u00e9m possui muito dinheiro. Para podermos entender melhor essa situa\u00e7\u00e3o, vamos fazer uma simples compara\u00e7\u00e3o com a pessoa que sobe uma montanha. Conforme vai subindo, vai vendo e percebendo coisas que n\u00e3o p\u00f4de observar antes. Os horizontes v\u00e3o-se distanciando \u00e0 medida que sobe. Observa com clareza coisas inobserv\u00e1veis antes. Quando chega no topo, tem a percep\u00e7\u00e3o de todo o entorno da montanha. Assim tamb\u00e9m acontece com a nossa evolu\u00e7\u00e3o. Quanto mais evolu\u00edmos, mais coisas podemos ver, intelectualizar e compreender. As coisas do mundo tornam-se irris\u00f3rias, porque podemos entender a eternidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>04\/08\/2014 O alvorecer da ra\u00e7a humana come\u00e7a a se delinear quando completa a \u00faltima fase de sua evolu\u00e7\u00e3o, que alguns chamam de s\u00e9tima ra\u00e7a-raiz. Desde o momento da individualiza\u00e7\u00e3o consciente do esp\u00edrito humano, com o in\u00edcio na primeira ra\u00e7a-raiz, houve sucessivas Eras de Ouro, mas, ap\u00f3s seu apogeu, seguia-se a queda. 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