{"id":177,"date":"2013-09-17T13:29:17","date_gmt":"2013-09-17T13:29:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=177"},"modified":"2013-09-17T13:29:17","modified_gmt":"2013-09-17T13:29:17","slug":"ebh008-o-porque-das-dores-sofrimentos-parte-2-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/ebh008-o-porque-das-dores-sofrimentos-parte-2-4\/","title":{"rendered":"EBH008 \u2013 O Porqu\u00ea das Dores Sofrimentos (parte 2)"},"content":{"rendered":"<p>Dentro deste prisma, o que a medicina conhece sobre as doen\u00e7as ps\u00edquicas? Sabe ser apenas uma disfun\u00e7\u00e3o cerebral. Sabe apenas dopar o paciente a ponto de n\u00e3o ter mais for\u00e7as para reagir, sem condi\u00e7\u00f5es de gerir seus pr\u00f3prios atos. Quando n\u00e3o se dedicam a pr\u00e1ticas realizadas em s\u00e9culos passados, usando eletrochoques, que n\u00e3o fazem outra coisa a n\u00e3o ser fritar os neur\u00f4nios, tornando o paciente um zumbi.<\/p>\n<p>Onde est\u00e1 a origem destes problemas que afeta uma quantidade t\u00e3o grande de pessoas? As doen\u00e7as ps\u00edquicas n\u00e3o est\u00e3o vinculadas a mat\u00e9ria, s\u00e3o doen\u00e7as do esp\u00edrito. S\u00e3o doen\u00e7as vinculadas em sua grande maioria \u00e0s vidas anteriores, que somente encontrar\u00e3o a cura, se tratadas em sua origem. Muitas fobias tamb\u00e9m est\u00e3o entre as doen\u00e7as cuja origem n\u00e3o est\u00e1 na presente exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Este problema foi superficialmente tratado numa reportagem da Rede Globo, no programa \u201cFANT\u00c1STICO\u201d do dia 20\/02\/94, onde apresenta alguns problemas ps\u00edquicos que encontraram a solu\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da regress\u00e3o \u00e0s vidas passadas. Entre eles o caso mais cl\u00e1ssico, o de um piloto que s\u00f3 encontrou a solu\u00e7\u00e3o de seus problemas ap\u00f3s ter sido levado a uma vida passada, onde fora piloto durante a primeira grande guerra. Algumas fac\u00e7\u00f5es da medicina apresentam quase diariamente casos semelhantes. Mas na quase totalidade, os m\u00e9dicos ainda insistem em curar a doen\u00e7a n\u00e3o importando a causa. Seria como: tratar uma ferida sem retirar a farpa que a causou, embora esteja ainda cravada na carne.<\/p>\n<p>Quando o esp\u00edrito na erraticidade (per\u00edodo entre as encarna\u00e7\u00f5es, enquanto necessitar de reencarne), se prepara para reencarnar, lhe \u00e9 fornecida toda a ficha de seu futuro corpo. Os principais momentos que ir\u00e1 viver. O que dever\u00e1 fazer para se tornar vencedor sobre as imperfei\u00e7\u00f5es de que ainda \u00e9 portador. \u00c9-lhes apresentada a fam\u00edlia, o meio em que ir\u00e1 viver. (Para melhores esclarecimentos, leiam-se as obras de Andr\u00e9 Luiz). O esp\u00edrito ent\u00e3o reencarna consciente das prova\u00e7\u00f5es e priva\u00e7\u00f5es que ir\u00e1 passar. Est\u00e1 consciente tamb\u00e9m que a \u00fanica forma para alcan\u00e7ar a perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 atrav\u00e9s do corpo f\u00edsico, onde ser\u00e3o testadas as suas resolu\u00e7\u00f5es. Na erraticidade, sente um profundo desejo de progresso, e sabe que somente o conseguir\u00e1 atrav\u00e9s do corpo f\u00edsico.<\/p>\n<p>O corpo que ter\u00e1, n\u00e3o tem conhecimento de toda esta prepara\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o vivenciou estes momentos que antecederam sua reencarna\u00e7\u00e3o, \u00e9 por isso que nos \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil aceitar a problem\u00e1tica que nos rodeia. Sempre questionamos a bondade a justi\u00e7a de Deus. Em vez de tentarmos minimizar os reflexos da cama que n\u00f3s mesmos preparamos para nos deitar.<\/p>\n<p>Murmuramos, praguejamos, lamentamos as nossas dores e sofrimentos, como se Deus fosse um carrasco que gosta de ver seus filhos sofrerem.<\/p>\n<p>H\u00e1 aqui a necessidade de fazermos um ato de f\u00e9, na bondade, na sabedoria e na miseric\u00f3rdia infinitas de Deus. Assim como Jesus disse a Tom\u00e9: \u201c<i>Creste, porque me viste. Felizes aqueles que creem sem Ter visto\u201d<\/i> (Jo\u00e3o 20, 29).<\/p>\n<p>Como j\u00e1 vimos, o nosso corpo n\u00e3o tem conhecimento das causas que geraram tantos problemas por que passamos. \u00c9 imprescind\u00edvel que nos conscientizemos que ningu\u00e9m vai carregar a nossa cruz, como tamb\u00e9m n\u00e3o carregaremos a dos outros.<\/p>\n<p>Uma est\u00f3ria que ouvi h\u00e1 algum tempo, pode ajudar a clarear um pouco esta quest\u00e3o:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211;<i>\u201cUma mulher vivia o tempo todo reclamando que sua cruz era muito pesada, seus sofrimentos pareciam ser superiores \u00e0s suas for\u00e7as. A todo o momento dizia que Deus lhe havia imputado uma cruz que n\u00e3o podia carregar. Certo dia Deus compadecido daquela mulher permitiu que seus mentores lhe dessem a oportunidade de escolher nova cruz para carregar. Esta mulher foi levada a um sal\u00e3o muito grande, onde estavam guardadas todas as cruzes dos seres humanos. Os mentores lhe disseram: \u201cAqui est\u00e3o todas as cruzes que os habitantes da terra t\u00eam que carregar, pode escolher qualquer uma delas\u201d. A mulher come\u00e7ou a caminhar por entre as cruzes, algumas bem maiores que ela. Caminhava, olhava, verificava que todas as cruzes lhe pareciam muito pesadas. Procurou, procurou e encontrou no canto do sal\u00e3o uma cruzinha que parecia satisfazer seus desejos. Pegou a cruz na m\u00e3o e disse aos mentores: &#8211; Essa me serve, posso ficar com ela? Sim, responderam os mentores. A mulher agradecida olhava, examinava a cruz e, ao vira-la, qual n\u00e3o foi o seu espanto, ao verificar que ali estava escrito o seu nome. Aquela era a sua cruz\u201d. <\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0<\/i><\/p>\n<p>Esta est\u00f3ria nos mostra que Deus sempre nos proporciona em cada encarna\u00e7\u00e3o os resgates que necessitamos e especialmente os que podemos suportar.<\/p>\n<p>Se n\u00f3s passamos por dificuldades \u00e9 porque as temos merecido. N\u00e3o esque\u00e7amos jamais, que n\u00e3o \u00e9 o nosso corpo que sofre, \u00e9 o esp\u00edrito. No momento em que nos conscientizarmos de que n\u00f3s n\u00e3o somos um corpo que tem um esp\u00edrito, mas sim um esp\u00edrito que est\u00e1 temporariamente usando um corpo, nos ser\u00e1 muito mais f\u00e1cil aceitar a problem\u00e1tica que nos aflige, como vindas de n\u00f3s mesmos. A responsabilidade por tantos percal\u00e7os \u00e9 de nosso esp\u00edrito \u00fanica e exclusivamente.<\/p>\n<p>Utilizando o exemplo antes citado: N\u00e3o somos um corpo (terno) que tem um esp\u00edrito (Jo\u00e3o), somos um esp\u00edrito (Jo\u00e3o) que tem temporariamente um corpo (terno).<\/p>\n<p>A fam\u00edlia, a sociedade, o meio onde vivemos s\u00e3o escolhas que fizemos. Tudo levados pela necessidade de resgatar nossos erros, nossos desajustes, a viola\u00e7\u00e3o das leis do amor e harmonia universal, que fizemos no passado. No momento em que disto nos conscientizarmos, boa parte do que julgamos problemas, deixam de ter import\u00e2ncia, pelo simples fato de sabermos vindas de n\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>\u00c9 aqui que tem peso as palavras de Jesus: <i>\u201cSemeia a boa semente\u201d. \u201cVigiai e orai para n\u00e3o cairdes em tenta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/i><\/p>\n<p>Tudo o que fizermos que resulte em preju\u00edzo dos outros ou de n\u00f3s mesmos, \u00e9 certo que teremos de ressarcir este preju\u00edzo. Em outras palavras: A semeadura \u00e9 livre, a colheita \u00e9 obrigat\u00f3ria. Deus nos d\u00e1 a liberdade de fazer o que queiramos, mas nos exige a repara\u00e7\u00e3o de nossos atos e a\u00e7\u00f5es que tiverem redundado em preju\u00edzo quer nosso, quer do pr\u00f3ximo. \u00c9 por isso que Jesus nos diz: <i>\u201cAma a teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dentro deste prisma, o que a medicina conhece sobre as doen\u00e7as ps\u00edquicas? Sabe ser apenas uma disfun\u00e7\u00e3o cerebral. Sabe apenas dopar o paciente a ponto de n\u00e3o ter mais for\u00e7as para reagir, sem condi\u00e7\u00f5es de gerir seus pr\u00f3prios atos. Quando n\u00e3o se dedicam a pr\u00e1ticas realizadas em s\u00e9culos passados, usando eletrochoques, que n\u00e3o fazem outra [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false},"categories":[4],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=177"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":178,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/177\/revisions\/178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}