{"id":1759,"date":"2014-03-16T12:26:26","date_gmt":"2014-03-16T12:26:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=1759"},"modified":"2016-04-04T18:37:53","modified_gmt":"2016-04-04T18:37:53","slug":"plv170-livro-3-diario-04-05112010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv170-livro-3-diario-04-05112010\/","title":{"rendered":"PLV170 &#8211;  Livro 3 &#8211; Di\u00e1rio, 04, 05\/11\/2010"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>04\/11\/2010<\/strong><\/p>\n<p>As d\u00edvidas contra\u00eddas em uma exist\u00eancia na mat\u00e9ria sempre s\u00e3o sujeitas aos respectivos resgates. \u00c9 uma quest\u00e3o de l\u00f3gica e justi\u00e7a. L\u00f3gica porque, mesmo na lei dos homens, quem infraciona uma lei deve cumprir a respectiva penalidade. Embora muito pouco aconte\u00e7a. Mas, com a Lei de Deus, isso n\u00e3o acontece porque o pr\u00f3prio esp\u00edrito, quando do seu retorno ao mundo espiritual, sente a dor em sua pr\u00f3pria alma, das infra\u00e7\u00f5es que cometeu contra a Lei de Deus. N\u00e3o precisa ningu\u00e9m acus\u00e1-lo, ele mesmo sabe o que fez e que dever\u00e1 ressarcir o dano causado. O que diferencia a Lei de Deus da lei dos homens \u00e9 que na lei dos homens precisa sempre de um dedo duro para acusar o infrator. Mesmo assim, na maioria das vezes a lei n\u00e3o \u00e9 aplicada. Na Lei de Deus, n\u00e3o precisa que ningu\u00e9m acuse porque a energia do dano fica imantada no esp\u00edrito at\u00e9 que ele ressar\u00e7a o dano causado. N\u00e3o podemos nos esconder da Lei de Deus. Deus est\u00e1 sempre presente em nosso pr\u00f3prio ser. Somos Deus em a\u00e7\u00e3o. \u00c9 claro, dentro dos limites de nossa evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong style=\"text-align: right;\">05\/11\/2010<\/strong><\/p>\n<p>A vida representa aquilo que plantamos durante nossas pret\u00e9ritas exist\u00eancias. Evolu\u00edmos, com certeza. J\u00e1 somos capazes de diferenciar o bem do mal, embora muitos\u00a0 agem no mal mesmo sabendo o que ele \u00e9. S\u00e3o seres que se deixam envolver pelas sombras. Sentem-se at\u00e9 bem envolvidos nessas baixas energias. Ou n\u00e3o querem sair delas ou se sentem incapacitados de lutar contra elas. Preferem permanecer escravos, pois n\u00e3o sentiram ainda o gosto da liberdade. Agem como os pintores que conseguem com facilidade pintar uma cena do inferno, e sentem-se impossibilitados de retratar a felicidade do c\u00e9u. Assim, como n\u00e3o sentiram o prazer do bem, do amor, do perd\u00e3o, da miseric\u00f3rdia, preferem cultivar o ego. Encher os bolsos, mandar os outros como se escravos fossem, basta-lhe ao cora\u00e7\u00e3o que, empedernido, se satisfaz. Pobres almas, quantas vezes ter\u00e3o que retornar \u00e0 mat\u00e9ria para descobrir que a felicidade n\u00e3o \u00e9 deste mundo, como dizia Jesus. Quanto tempo precisar\u00e3o ainda para inebriar suas almas com a chama do amor incondicional que arrebata o mais humano cora\u00e7\u00e3o?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 04\/11\/2010 As d\u00edvidas contra\u00eddas em uma exist\u00eancia na mat\u00e9ria sempre s\u00e3o sujeitas aos respectivos resgates. \u00c9 uma quest\u00e3o de l\u00f3gica e justi\u00e7a. L\u00f3gica porque, mesmo na lei dos homens, quem infraciona uma lei deve cumprir a respectiva penalidade. Embora muito pouco aconte\u00e7a. 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