{"id":1652,"date":"2014-02-22T11:02:20","date_gmt":"2014-02-22T11:02:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=1652"},"modified":"2016-04-04T18:33:36","modified_gmt":"2016-04-04T18:33:36","slug":"plv148-livro-3-diario-21-22092010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv148-livro-3-diario-21-22092010\/","title":{"rendered":"PLV148 &#8211;  Livro 3 &#8211; Di\u00e1rio, 21, 22\/09\/2010"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>21\/09\/2010<\/strong><\/p>\n<p>A obra de Deus, criada e secundada por sua infinita bondade, sabedoria e amor, foi entregue aos homens para que a gerissem. Mas, como sabemos, os homens muito mais voltados para a satisfa\u00e7\u00e3o de suas necessidades e paix\u00f5es, come\u00e7ou a degradar essa beleza sem par. Falo dos terr\u00e1queos. A gan\u00e2ncia e muitas vezes a mesquinhez fizeram dele um d\u00e9spota, muito mais interessado por seus desejos imediatos do que em zelar por toda essa maravilha que recebemos. Dev\u00edamos fazer frutificar. No entanto, tornamo-la um deserto. A insensatez foi tanta, podemos dizer, que todas as gera\u00e7\u00f5es que se consideravam civilizadas exauriram a fertilidade da terra, tornando-a um deserto. Haja vista que, de todas as terras do planeta, pelo menos um quarto ou mais j\u00e1 se tornou est\u00e9ril. N\u00e3o foi capaz de zelar por um bem t\u00e3o precioso. N\u00e3o foi capaz de pensar que seus filhos, netos e todos os seus descendentes precisariam dessa mesma terra para sobreviver. Pensou somente em si. Os outros que se arranjassem como pudessem.<\/p>\n<p>Insensato, n\u00e3o se deu conta de que poderia voltar a um corpo humano para resgatar seus erros e descaminhos com quem lhe fornecia o alimento para saciar a fome?<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>22\/09\/2010<\/strong><\/p>\n<p>Tudo o que precisamos nessa vida est\u00e1 ao nosso alcance. Ainda n\u00e3o nos conscientizamos de nossas capacidades. Deus nos p\u00f4s na mat\u00e9ria n\u00e3o para sofrermos, mas para experienciarmos as nossas capacidades. \u00c9 claro que fizemos muitas burradas em nossas passagens por aqui, e \u00e9 claro tamb\u00e9m que nossos erros ter\u00e3o que ser ressarcidos perante a Lei Divina. Mesmo assim, temos inato em nosso ser as capacidades de encontrar solu\u00e7\u00f5es aos problemas que se apresentam. Esquecemos que sonos portadores de uma part\u00edcula Divina dentro de n\u00f3s, que nos d\u00e1 todo o poder. \u00c9 s\u00f3 descobrirmos como precisamos agir para conseguirmos realizar todas essas coisas. Uma parte j\u00e1 nos foi revelada pelo Cristo quando disse: \u201c<i>Se tiverdes f\u00e9 do tamanho de um gr\u00e3o de mostarda, direis a essa montanha lan\u00e7a-te daqui para l\u00e1 e ela o far\u00e1<\/i>\u201d. Somos mais ou menos como o elefante que n\u00e3o sabe a for\u00e7a que tem. Se nos d\u00e9ssemos conta do nosso poder e o pus\u00e9ssemos em pr\u00e1tica, j\u00e1 n\u00e3o mais precisar\u00edamos retornar a esse planeta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; 21\/09\/2010 A obra de Deus, criada e secundada por sua infinita bondade, sabedoria e amor, foi entregue aos homens para que a gerissem. 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