{"id":1568,"date":"2014-02-03T10:31:14","date_gmt":"2014-02-03T10:31:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/?p=1568"},"modified":"2016-04-04T18:30:14","modified_gmt":"2016-04-04T18:30:14","slug":"plv129-livro-3-diario-15-16082010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.miguelfaccio.com.br\/blog\/index.php\/plv129-livro-3-diario-15-16082010\/","title":{"rendered":"PLV129 &#8211;  Livro 3 &#8211; Di\u00e1rio, 15, 16\/08\/2010"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong><br \/>\n15\/08\/2010<\/strong><\/p>\n<p>As pegadas existentes sobre o planeta nos mostram a quantidade de seres que nos antecederam em sua evolu\u00e7\u00e3o espiritual. Em todos os tempos que se passaram, houve legi\u00f5es de seres que entenderam a sua filia\u00e7\u00e3o e foram em busca do caminho que os levou ao pleno desenvolvimento de sua espiritualidade. Todas as sete grandes ra\u00e7as-raiz e suas sub-ra\u00e7as humanas, homens que foram capazes de p\u00f4r em primeiro lugar o seu desenvolvimento espiritual, deixaram-nos por toda a parte o sinal de sua passagem por esse planeta. N\u00f3s que n\u00e3o tivemos olhos para ver, ouvidos para ouvir e interesse o suficientemente grande para perceber esses sinais deixados. Fomos muito mais \u00e1geis em perceber os chamados da riqueza e da mat\u00e9ria. Eram estradas muito mais f\u00e1ceis de caminhar. Eram condescendentes para com nossos desejos f\u00fateis. Ao passo que as veredas abertas por esses desbravadores da espiritualidade eram \u00e1rduas e dif\u00edceis, exigia sacrif\u00edcios que muitas vezes nos pareciam acima de nossas for\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong style=\"text-align: right;\">16\/08\/2010<\/strong><\/p>\n<p>Nas nossas variadas reencarna\u00e7\u00f5es, j\u00e1 tivemos a oportunidade de estagiar na mat\u00e9ria, nos mais diversos planetas deste universo. Como tamb\u00e9m em muitas destas reencarna\u00e7\u00f5es aqui nesse planeta, participamos dos mais diversos povos, culturas e civiliza\u00e7\u00f5es. Como diz o ditado popular, \u201c<i>J\u00e1 pintamos e bordamos sobre esta terra<\/i>\u201d. J\u00e1 ca\u00edmos muitas vezes, como tamb\u00e9m j\u00e1 levantamos. J\u00e1 estacionamos pelo caminho, como tamb\u00e9m tivemos que recome\u00e7ar a caminhada por n\u00e3o ter aprendido a li\u00e7\u00e3o. Mas, tudo \u00e9 experi\u00eancia, e experi\u00eancias se somam. Mesmo tendo sido em outra exist\u00eancia corp\u00f3rea, serviu como aprendizado. Aquilo que se aprende com dor e sacrif\u00edcio torna-se muito mais efetivo. Portanto, nada foi em v\u00e3o, mesmo as quedas nos fizeram sentir que elas machucam. E todo o machucado dolorido agu\u00e7a a nossa aten\u00e7\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o no cuidado de n\u00e3o cair de novo. Quando a queda nos d\u00e1 essa consci\u00eancia, foi produtiva. A li\u00e7\u00e3o foi aprendida. O rem\u00e9dio foi amargo, mas surtiu efeito. Sempre que ca\u00edmos e levantamos, avan\u00e7amos tamb\u00e9m na nossa evolu\u00e7\u00e3o. O objetivo \u00e9 evoluir. N\u00e3o importa se ca\u00edmos, contanto que levantamos. Isso nos mostra que temos vontade de seguir, porque o objetivo de nossa exist\u00eancia est\u00e1 bem adiante.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>15\/08\/2010 As pegadas existentes sobre o planeta nos mostram a quantidade de seres que nos antecederam em sua evolu\u00e7\u00e3o espiritual. 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